Yuri Kraszczuk

Caros Amigos,

É com muito prazer que lhes escrevo.

A Kerche & Kerche sempre esteve à frente de seu tempo, inovando e trazendo novidades para vocês. E mais uma vez isso está acontecendo!

O KERCHE & KERCHE NEWS é um informativo atual, com entrevistas e matérias sobre assuntos diversos, que vocês estão ajudando a fazer.

Tivemos o cuidado de reunir profissionais de extrema competência para escrever a vocês, como: Sandra Burle Marx Smith – professora, pesquisadora e palestrante na área de Marketing Ambiental, formada em Comunicação Visual pela PUC, pós-graduada em Varejo pelo COPPEAD e em Meio Ambiente pela COPPE, e mestre em Administração pela Universidade Estácio de Sá; Carla Martins, formada em Educação Física pela Universidade Gama Filho e pós – graduada em Didática da Dança pela UniverCidade, Luciana Antunes Pimentel, osteopata, fisioterapeuta e pós-graduada em traumato-ortopedia pela Universidade Estácio De Sá, e Liana Riente, com formação em Comunicação Social – Publicidade & Propaganda pela Universidade Estácio de Sá, tudo para poder levar até vocês informações de qualidade e com responsabilidade.

Espero que gostem das matérias e se quiserem obter mais detalhes sobre elas, ou até mesmo sugerir algum outro assunto, enviem um e-mail para nosso endereço, o

kercheekerchenews@gmail.com , que faremos o possível para  abordar o tema sempre na edição seguinte ao recebimento de sua sugestão.

Até o próximo,

Yuri Kraszczuk

por Yuri Kraszczuk

A Kerche & Kerche nasceu em 1993, no bairro de Santa Tereza, tendo como fonte inspiradora a bailarina Cecília Kerche.

Com o objetivo de oferecer uma maneira mais confortável para dançar e em resultado de um atendimento personalizado, a Kerche & Kerche passou a ser o destino natural e desejado de todos os praticantes de dança, representando hoje 50% das vendas da marca Só Dança em todo o Estado do Rio de Janeiro e atendendo importantes Cias, como o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Municipal de Niterói e a Cia. de Dança Débora Colker, além do Royal Ballet, em Londres, entre outras.

Sendo a primeira do segmento com entrega domiciliar, ampliando o atendimento e aumentando a satisfação de seus clientes, a Kerche & Kerche é mais do que uma loja de produtos para dança, é uma empresa que cumpre com sua responsabilidade socioambiental.

É comum ver a logomarca da Kerche & Kerche estampada em vários programas e espetáculos, como apoiadora cultural; é fácil achar um anúncio da loja nos jornais de dança, mas o que quase ninguém sabe, é dos apoios sociais, pois a empresa, sempre que possível, efetua doações a projetos sociais, como DANÇAR A VIDA, DANÇANDO PARA NÃO DANÇAR, PROJETO DE DANÇA DA PIB – São José dos Campos, DANÇARTE e outros.

A preocupação da Kerche & Kerche não é só a de vender uma sapatilha correta, um collant de qualidade, mas é também de saber que fim o resíduo desta venda (sacos plásticos, caixas de papelão, papel de seda, etc…) vai ter.

Pensando em minimizar esse impacto ambiental, a empresa, no final de 2006 começou a mudar alguns hábitos simples, porém de muita importância, uma vez que evitam que, no período de um ano, cerca de 1.200 Kg de resíduos vão parar em aterros.

Por exemplo, as sapatilhas de ponta e meia-ponta são retiradas das caixas e saquinhos plásticos e oferecidas em um saco de TNT que, entre outras utilidades serve para guardar as mesmas nas bolsas das bailarinas e não são descartadas com tanta facilidade como as outras embalagens. O mesmo é feito com a linha de sapatos.

Todo esse resíduo é separado e recebe um destino mais apropriado: as embalagens de papelão são doadas para cooperativas de catadores e as embalagens de plástico, enviadas a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), que possui coleta seletiva para materiais recicláveis.

Além dessas, a empresa adota outras pequenas medidas em sua rotina interna: o reaproveitamento de folhas impressas, com o uso do verso das mesmas, a utilização de cartuchos remanufaturados nas impressoras e de papel reciclado no talonário de pedidos e notas fiscais e a separação dos resíduos provenientes das atividades da empresa.

Faça como a Kerche & Kerche, seja diferente e faça a diferença!


A coreógrafa e professora de Jazz Carla Martins fala sobre o mundo dos musicais. Como podemos nos encaixar neste mercado.

Carla Martins, coreografa e professora de Jazz

Como diz nosso presidente: “Nunca antes na história do Rio de Janeiro, viu-se tantas oportunidades de exibições de musicais nos teatros dessa cidade…” “Sweet Charity” e “Hairspray” que não me deixam mentir. E ainda estão por vir, começando com suas audições, “Gypsy” e “Hair”. Fora outros musicais de origem brasileira, como “Por uma Noite” e “Pernas pro Ar”, que possuem um formato semelhante aos da Broadway.

Para esses tipos de trabalho, os artistas que se procuram, devem ter em seu currículo conhecimentos que vão além da dança, como: canto, interpretação, música, e, em alguns casos mais exigentes, até mesmo um pouco de acrobacia.  É importante que o estudante de dança, bem como os já profissionais, multipliquem suas habilidades. Aulas de teatro, de canto e mesmo das modalidades circenses são requisitos adicionais para que um bailarino possa fazer parte deste elenco.

Então meus queridos colegas, lanço a seguinte questão: “Por que não investir em sua diversidade artística?” Afinal, como todo mercado de trabalho, a dança se torna cada vez mais seletiva e competitiva.

A linha de musical é algo que está nascendo ainda, e, para sua consolidação no mercado de entretenimento do público brasileiro, quiçá, de turistas estrangeiros, é preciso que façamos nosso trabalho com alto nível de qualidade, para que assim, o prazer de ser assistido traga de volta o mesmo público, e que este traga um novo público, gerando assim oportunidades para tantos talentos do nosso meio.

MERDA pra vocês…

CARLA MARTINS

Somos sustentáveis?

abril 28, 2010

por Sandra Burle Marx Smith

Sandra Burle Marx Smith

Começamos o ano de 2010 com um calor insuportável nos trópicos, um frio rigoroso no hemisfério norte, chuvas fortíssimas ao redor do globo, grandes inundações e outros incidentes ambientais que vêm se tornando mais comuns a cada ano que passa. O uso de energia tornou-se ainda mais intenso, seja para esfriar os ambientes, seja para aquecê-lo, e acabamos por enviar mais CO2 para a nossa atmosfera, ampliando o aquecimento global e suas consequências.

No final de 2009 verificamos o fracasso da COP 15 (Conferência de Copenhague), o baixo resultado do Protocolo de Kyoto, o aumento do desmatamento, a intensificação do uso de petróleo e seus derivados, além de um grande avanço na industrialização dos países emergentes. Os países industrializados discutem suas responsabilidades em relação ao aquecimento global, enquanto os países em desenvolvimento continuam a utilizar parâmetros antigos de industrialização exportados pelos países do primeiro mundo, o que é péssimo para nossa qualidade de vida! No atual retrocesso da política ambiental, todos saem perdendo, principalmente enquanto houver a preocupação em achar os culpados, afinal, precisamos encarar o problema de frente e procurar soluções em conjunto, pois não existem fronteiras na atmosfera!

O aquecimento global é fato científico. Precisamos pensar que o nosso mundo é uma teia de ramificações e que quando uma desaparece, traz conseqüências para o todo. E nossa trama, infelizmente, começa a ser desfeita quando animais e vegetais são extintos da natureza – existe uma ruptura na cadeia natural das ações ambientais – tal acontecimento deve ser refletido à exaustão para que possamos encontrar soluções viáveis para vivermos em um planeta saudável! Esse sim, é um grande desafio!

Vamos pensar rapidamente… Conseguimos melhorar a qualidade de vida do meio ambiente? Com certeza não, infelizmente, só temos piorado a situação, seja por ignorância, seja por ganância, pela luta de egos dos políticos internacionais, pelo lobby das empresas poluidoras, enfim, a lista de responsáveis é imensa, mas para sermos realmente equilibrados, precisamos fazer uma introspecção e verificarmos qual a nossa parcela de responsabilidade nesta crise ambiental! Hum… É verdade, nós, simples mortais, também somos responsáveis pela grande dilapidação dos recursos naturais de nosso planeta! Mas, como? – Você poderia estar me perguntando – e aqui vai uma simples resposta: através do nosso consumo cotidiano, isto é, como consumimos, quanto consumimos, qual a nossa preocupação em consumir de forma consciente e a valorização que damos ao consumo sustentável.

Para refletirmos em conjunto, vamos citar um exemplo básico – uma blusa de malha – e vamos imaginar seu ciclo de vida, desde seu nascimento até seu descarte:

1) plantação de algodão (em algum momento, este espaço ocupado tinha uma linda floresta);

2) uso de agrotóxicos e fertilizantes que poluem os lençóis freáticos e os rios;

3) uso de água para irrigação (necessidade de energia elétrica – envio de CO2 para atmosfera);

4) época de colheita e uso de máquinas, diesel, etc. (mais envio de CO2);

5) transporte do algodão para a indústria têxtil (CO2);

6) transformação do algodão em malha (uso de energia elétrica, máquinas especiais, água – CO2);

7) confecção da malha em blusa, sem esquecer-se dos processos de tingimento ou estamparia, que sempre utilizam energia e água (CO2);

8) a blusa é passada, etiquetada, embalada e distribuída para as lojas (CO2);

9) processo final: a venda! A blusa é embalada utilizando, muitas vezes, um papel de seda, uma etiqueta, uma caixa e uma sacola – o consumidor chega em casa com o produto, e pronto, amassa o papel de seda, as etiquetas, a caixa vai para o lixo, e talvez a sacola possa ser reutilizada;

10) descarte final – lixão a céu aberto (envio de metano e CO2) … Já viram o problema? Tudo, mas tudo mesmo é gasto ambiental!

É duro pensar em tudo isso, mas o fato é que fomos educados sem nenhuma noção de perigo ambiental, nem mesmo de consumo consciente. As novas gerações já estão sendo educadas para serem diferentes, mas o tempo é escasso. Falar em culpa é bobagem, o que precisamos é olhar para frente, pensar em como consumir sem estragar o meio ambiente. Podemos nos aliar às empresas que fazem diferente, que se preocupam em produzir de forma mais sustentável, afinal, a união faz a força e nós, consumidores unidos, temos uma força incrível para gerar as mudanças necessárias ao bem estar da Terra!


Sede no Brasil

Mais de 20 anos unem a família Teixeira Araujo à história da dança no Brasil. Em meados da década de 80, um antigo sonho da família começou a se tornar realidade: a abertura da Só Dança, com duas lojas em São Paulo. Esse foi o início desta que é hoje uma das maiores indústrias tanto no segmento de dança como de fitness do país e do mundo.

Mercado externo: Novos Horizontes

Em 1995 a empresa começa as exportações e abre as portas do mercado internacional para as marcas Só Dança e Trinys.

Dois anos depois é aberta a primeira distribuidora própria nos Estados Unidos. O crescimento e a evolução natural da empresa rompem fronteiras e dificuldades e, em 2000, outra distribuidora própria é aberta, desta vez, na Europa, instalada em Portugal. E em 2004, foi a vez do Canadá receber uma distribuidora Só Dança.

A conquista e o sucesso das marcas Só Dança e Trinys no mercado internacional se devem também a importantes parcerias com distribuidores e representantes comerciais espalhados pelos cinco continentes: Alemanha, Bulgária, Espanha, Estônia, França, Grécia, Inglaterra, Irlanda, Itália, Portugal, Suíça, Israel, África do Sul, Japão, Singapura, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Estados Unidos, Argentina, Chile, Costa Rica, México, Panamá, Paraguai, Peru… são mais de 35 países!

A Só Dança é a maior indústria do segmento no Brasil, desenvolvendo produtos dentro dos padrões internacionais, com escalas de tamanho Inglesa e Americana, com número e meio-número, várias larguras de forma e exclusiva combinação de matéria-prima de alta qualidade, proporcionando maior conforto, durabilidade, elegância e perfeito ajuste e garantindo excelência em qualidade para bailarinos das principais companhias do mundo.

Sede no Canadá

Sede nos EUA

Sede na Europa

Miscigenação: História da Dança e da Trinys

A força das marcas Só Dança e Trinys no mercado brasileiro dão sustentação ao ousado projeto da empresa, mesclando a própria história à história da dança no Brasil. Um evento de destaque foi criado e patrocinado pela empresa. Realizado com sucesso em 2002, abriu as portas do mundo da dança aos talentos brasileiros, oferecendo aos vencedores a oportunidade de participar na final de um dos principais eventos de dança do mundo, o “Youth America Grand Prix”, realizado nos Estados Unidos da América.

Como resultado desse trabalho, o Brasil é hoje sede de uma das etapas seletivas desse importante evento – uma vitrine para os novos talentos brasileiros, muitos dos quais têm alcançado reconhecimento no exterior sendo agraciados com bolsas de estudo nas mais importantes escolas das Companhias norte-americanas e européias.

Missão da Empresa:

“Atuar com excelência em qualidade, estilo e tecnologia na fabricação de produtos para performance artística e física, com responsabilidade social, ambiental e espírito inovador, atendendo todos os apaixonados pela arte da dança e pela saúde do corpo e da mente”


A Osteopatia é uma ciência “natural” que avalia e trata de maneira particular as estruturas do corpo. O Osteopata aborda a perda de mobilidade dos tecidos (músculos, tendões, ligamentos, fáscias e vísceras) e das articulações.  A alteração desses movimentos, seja por um estímulo traumático, seja por uma adaptação do organismo, gera um processo de sobrecarga que vai criar um desequilíbrio no organismo que pode desencadear dor, e esta, por sua vez, pode causar ainda mais alterações mecânicas e clínicas. Sua abordagem terapêutica é puramente manual através de uma infinidade de técnicas específicas com as quais são restabelecidos mecanicamente todos os níveis de mobilidade tissular.

No caso dos bailarinos, indivíduos com prática contínua de uma mesma atividade física que solicita mecanicamente grandes amplitudes articulares e força muscular, por conta da plasticidade dos movimentos, da postura e dos saltos, observa-se um grande stress nas articulações, ligamentos e músculos. As sintomatologias mais comuns nesses grupos são as dores cérvico-torácicas, lombares, nos joelhos e tornozelos, e ainda a sensação de restrição de amplitude dos quadris e da coluna tóraco-lombar. A aplicabilidade da osteopatia nesses casos se faz não somente como tratamento, mas também como prevenção, uma vez que avaliará as compensações e sobrecargas dessas estruturas devolvendo a melhor qualidade de movimento e condição de execução do mesmo. Pelo bailarino, isso será percebido na forma como executará suas atividades, com maior facilidade, maior amplitude de movimento, menos esforço, menos consumo de energia e menos dor.

Assim, uma vez que o indivíduo tem mobilidade e que a mesma acontece na direção e sentido que deve acontecer, o organismo, já em equilíbrio, passa a não sofrer as alterações que a prática contínua da atividade pode causar.

A Osteopatia não é mais indicada para um sintoma do que para outro, para um esporte do que para outro, pois como sua abordagem é biomecânica e clínica, sua aplicabilidade é basicamente absoluta, precisando, porém, que o Osteopata tenha plena consciência das suas indicações e contra-indicações, bem como das suas técnicas manipulativas.


Roberta Marquez

abril 28, 2010

Como muitas meninas, aos quatro anos de idade Roberta Marquez começou a fazer aulas de ballet. Quando assistiu pela primeira vez “O Lago dos Cisnes” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ficou completamente encantada, e, naquele momento decidiu que queria ser bailarina. Logo, aos 15 anos, passou a fazer parte daquele encanto, entrando para a Cia. do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Hoje, como primeira bailarina de uma das mais importantes Cias. de Dança do mundo, a Royal Academy of Dance, de Londres, encanta o público com seu carisma e sua dança.

O Kerche & Kerche News teve o privilégio de entrevistá-la e agora tem o prazer de compartilhar tudo com vocês.

Roberta Marquez

K&K News: Conte-nos como foi sua ascendência à 1ª bailarina do TMRJ e depois se tornar bailarina de umas das principais Cias de Ballet do Mundo?

Roberta: Tive a oportunidade de trabalhar com Nathalia Makarova na época em que Dalal Aschar era diretora do TMRJ, elas ajudaram muito no início da minha carreira, e, quando dancei “La Bayadère”, de Makarova, fui promovida à primeira bailarina, após isso, fui convidada a dançar “A Bela Adormecida”, também produção de Nathalia Makarova, para o Royal Ballet. Terminado o espetáculo, a diretora do Royal Ballet me fez um convite irrecusável: um contrato como primeira bailarina.

K&K News: Qual a reação dos bailarinos da Cia. quando você chegou como primeira bailarina?

Roberta: A Cia. foi muito simpática comigo desde a minha ida como bailarina convidada.

K&K News: Como foi trocar o calor do Rio de Janeiro pelo frio londrino?

Roberta: Nada fácil! A única coisa que não gosto em Londres é o clima.

K&K News: Como é o seu dia-a-dia no Royal Ballet?

Roberta: Faço aula de uma hora e meia, ensaio três diferentes ballets seis horas por dia e à noite, espetáculo!!!

K&K News: Quais ballets você já dançou com a Cia. e qual mais gostou de dançar?

Roberta: “Cinderela”, “Ondine”, “Theme and Variation”, “The Lesson”, “A Bela Adormecida”, “O Lago dos Cisnes”, “Coppelia”, “La Fille Mal Gardée”, “La Sylphide”, “O Quebra Nozes”, “A Midsummer Night´s Dream” (“Sonho de uma Noite de Verão”), “Symphonic Variation”,  “Giselle”, “Eugene Onegin”, “Symphony in C”, “O Pássaro de Fogo” e vários outros… Meus favoritos??? “Romeo e Julieta”, “Manon” e “La Bayadère”.

K&K News: Como é a sua vida em Londres?

Roberta: Ballet, ballet, ballet.

K&K News: E fora o ballet, costuma jantar com amigos, sair para dançar, ir ao cinema?

Roberta: Na maior parte do tempo estou com meu namorado, vamos jantar em casa de amigos, ao cinema e quando temos o fim de semana livre, viajamos.

Roberta Marquez em La Bayadere


K&K News: Que tipo de filme prefere, ação, suspense, terror, drama?

Roberta: Comédia romântica e drama.

K&K News: Quais são seus atores preferidos?

Roberta: Al Pacino, Anthony Hopkins, Meryl Streep, Renée Zellweger.

K&K News: Qual é a parte preferida no seu trabalho (aula, ensaio, espetáculo), e por quê?

Roberta: Gosto muito de fazer aula e de ensaiar, mas tudo isso é só o processo de preparação para o espetáculo que é, sem dúvida, a minha parte favorita. É quando mais me sinto realizada como artista. Acho fascinante poder interpretar diferentes personagens.

K&K News: Bailarina sempre pensa duas vezes antes de comer qualquer coisa, mas todo mundo tem um prato que perde a linha, qual seria este?

Roberta: Feijoada é o prato que mais tenho vontade de comer aqui em Londres.

K&K News: Como esta sua agenda de compromissos, muitos convites para dançar, quais ballets estão programados este ano?

Roberta: Este ano, com o Royal Ballet tenho programados “Romeu e Julieta”, “La Fille Mal Gardeé”, “Cinderela”, “Symphony in C”, “A Bela Adormecida” e vários outros.

K&K News: Alguma perspectiva de nos dar o prazer de vê-la dançar no Brasil este ano?

Roberta: Estou com minha agenda bastante ocupada, mas quando se trata de dançar no Brasil, faço de tudo para poder ir. Se tudo der certo, em breve estarei dançando no meu país.

K&K News: Do que você tem mais saudades do Brasil?

Roberta: Sinto saudades de tudo, na verdade. Do sol, da comida, da família. Não posso ficar muito tempo sem ver minha mãe, sinto muiiiita saudade, apesar de ela vir bastante a Londres, gostaria de tê-la por perto sempre.

K&K News: Como é voltar para o Brasil e dançar como convidada?

Roberta: Não há melhor lugar no mundo para uma bailarina do que o palco e poder dançar no Brasil, para o público do meu coração, não tem sensação melhor.

K&K News: Quais são seus planos para o futuro?

Roberta: Quero seguir crescendo como artista e um dia passar adiante tudo que aprendi, tenho várias idéias e planos, mas ainda tenho muitos anos como bailarina pela frente e estou concentrada nisso.

K&K News: Qual é o conselho que você gostaria de dar para a nova geração de bailarinas e bailarinos?

Roberta: Para chegar a ser primeira bailarina tive que trabalhar muito!!! Mas, acho que minha paixão pelo Ballet foi o que me ajudou a ser a bailarina que hoje sou. Por isso, meu conselho é: muito trabalho e muita paixão naquilo que faz, nunca desistir dos sonhos e correr atrás daquilo que quer e acredita.